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ONLINE

Combat Trauma Survivor

Duração:

08hs

| Formato:

100% On-line | Acesso Imediato

Vencer o confronto não é o mesmo que sobreviver a ele.


Módulo de atendimento pré-hospitalar em ambiente de combate, estruturado sobre o protocolo MARCH e a doutrina TCCC, voltado ao controle de lesões potencialmente fatais com recurso mínimo, nos minutos que antecedem o atendimento profissional.

Pagamento 100% seguro:

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       Garantia de 7 dias

       Treinamento online

Todo o treinamento com arma de fogo trabalha uma única metade do problema: neutralizar a ameaça. A outra metade recebe atenção quase nula no mercado brasileiro, embora determine o desfecho com a mesma força.


Um trauma penetrante, a janela é curta. As principais causas de morte evitável — hemorragia em extremidade, obstrução de via aérea, comprometimento respiratório — matam em minutos, antes de qualquer socorro profissional chegar. Nesse intervalo, quem está no local é o único recurso disponível.


O praticante médio treina anos para o disparo e nada para o que vem depois. Carrega arma e não carrega torniquete. E quando carrega, frequentemente nunca aplicou um sob condição alguma.


Fundamentação metodológica:

O módulo adota o protocolo MARCH, dentro da doutrina TCCC, por uma razão específica: sob estresse extremo, ninguém improvisa prioridade. O protocolo existe para substituir avaliação complexa por sequência fixa, executável por leigo treinado, em ordem que trata primeiro o que mata primeiro.


Essa é a inversão em relação ao atendimento convencional. Em trauma de combate, a hemorragia massiva precede a via aérea na ordem de prioridade, porque é o que mata mais rápido e o que pode ser controlado com recurso mais simples.


O segundo princípio é a economia de meios. O módulo trabalha com IFAK — o kit individual que cabe no cinto e acompanha a pessoa — e com o que estiver disponível no ambiente. Protocolo que depende de equipamento indisponível é protocolo que não será executado.


O terceiro é o enquadramento. O módulo abre por contextualização e aspectos legais, antes de qualquer técnica, porque a decisão de intervir, o limite da intervenção e a responsabilidade do socorrista leigo precisam estar claros antes da mão ir ao ferimento.


Estrutura do módulo:
  1. Contextualização e aspectos legais

  2. Objetivos e princípios do APH em combate

  3. Equipamentos e materiais — IFAK

  4. Extração do agente ferido

  5. Protocolo MARCH

  6. Sangramentos massivos

  7. Vias aéreas

  8. Controle da respiração

  9. Procedimentos na fase de circulação

  10. Manutenção da temperatura — hipotermia

  11. Finalização


Competências desenvolvidas:
  • Compreender o enquadramento legal e os limites da atuação do socorrista leigo:

  • Aplicar os princípios do atendimento pré-hospitalar em ambiente hostil;

  • Compor e portar um IFAK funcional;

  • Realizar extração de ferido para local com segurança relativa;

  • Executar o protocolo MARCH na sequência correta de prioridades;

  • Reconhecer e controlar hemorragia potencialmente fatal;

  • Identificar e manejar comprometimento de via aérea e de respiração;

  • Reconhecer sinais de comprometimento circulatório;

  • Prevenir hipotermia no paciente traumatizado;

  • Operar com recurso mínimo ou improvisado quando o material adequado não estiver disponível.


Pré-requisito

Nenhum. Módulo aberto.


Para quem este módulo é:
  • Praticantes e portadores que treinam o confronto e não treinaram a sobrevivência a ele;

  • Policiais e agentes de segurança pública e privada;

  • Instrutores que precisam de protocolo de emergência em estande;

  • Qualquer pessoa exposta a risco de trauma — inclusive fora do contexto armado.


Para quem este módulo não é:

Para quem busca formação em saúde. Este é treinamento de socorrista leigo em contexto de combate, não capacitação profissional em emergências médicas.

Formato e carga horária:

11 aulas. Disponível na modalidade online.


Sobre a prática:

As habilidades deste módulo — aplicação de torniquete em especial — exigem repetição física para serem executáveis sob estresse. O conteúdo estabelece o protocolo e o critério de decisão; a proficiência depende de treino repetido com o próprio material.


Responsabilidade:

Este módulo não confere formação, habilitação ou registro em qualquer profissão da área da saúde, e não autoriza a prática de atos privativos de profissional de saúde. Trata-se de capacitação em primeiros socorros aplicada a contexto de trauma, dirigida a socorristas leigos.


O atendimento pré-hospitalar aqui apresentado destina-se ao intervalo que antecede o socorro profissional e não o substitui. O acionamento imediato do serviço de emergência é conduta obrigatória em qualquer cenário real.

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